segunda-feira, 2 de junho de 2014
Desistir
Por vezes apetece apenas desistir.
Como quando a brisa chega e a folha deixa de resistir. Apenas planar, deixar-se levar.
Apenas viver, deixar de me importar, ver os dias a passar...
02.Jun.2014
É no teu corpo
É no teu corpo
Que o meu se entrega,
Inebriada pelo teu cheiro,
No teu gosto viciada.
É no teu corpo
Que o meu se transforma
De menina doce e delicada
Em mulher fatal,
Ousada,
Por ti insana.
É no teu corpo
Que o meu sente
Todos os desejos concretizados,
Fantasias realizadas,
Por entre abraços e beijos,
Por entre as tuas estocadas
Dentro do meu ventre,
Que se entrega descontrolado,
Ao ritmo que imprimes,
Ao sabor do teu desejo,
Vertendo o seu líquido
De prazer incontido.
É no meu corpo
Que te recebo,
Imponente, soberano,
Senhor do meu deleite,
A ti,
Por inteiro,
Eu pertenço.
Que o meu se entrega,
Inebriada pelo teu cheiro,
No teu gosto viciada.
É no teu corpo
Que o meu se transforma
De menina doce e delicada
Em mulher fatal,
Ousada,
Por ti insana.
É no teu corpo
Que o meu sente
Todos os desejos concretizados,
Fantasias realizadas,
Por entre abraços e beijos,
Por entre as tuas estocadas
Dentro do meu ventre,
Que se entrega descontrolado,
Ao ritmo que imprimes,
Ao sabor do teu desejo,
Vertendo o seu líquido
De prazer incontido.
É no meu corpo
Que te recebo,
Imponente, soberano,
Senhor do meu deleite,
A ti,
Por inteiro,
Eu pertenço.
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